terça-feira, 25 de agosto de 2015

Uma carta de 24 de Agosto de 2014

Depois de ter cumprido a façanha uma vez cá vai o que escrevi o ano passado e recebi ontem

Vamos por partes. estás viva? (Ao que parece sim) tens uma saúde razoável? (felizmente, não me posso queixar muito) Tens trabalho? (felizmente sim) Tens namorado? (o mesmo) Vives fora de casa dos pais? (não :(  tens mais que 5 amigos com que falas regularmente? (se os colegas de trabalho contarem sim) fazes exercicio? (voltei recentemente a fazer) fazes voluntariado? (infelizmente com a falta de tempo não tenho feito) tens auto-estima suficiente? (não sei bem o que será suficiente mas não me sinto muito mal) Se respondes-te que sim a mais de 6 (4 sim, 3 mais ou menos e 2 não) é razoável se não dá um estalo a ti própria e chora (não tenho vontade nem me parece que esteja assim tão mau) e esforça-te mais. Não te esqueças se ser feliz e continuar a trabalhar muito para o que queres. Nunca te esqueças de quem esteve ao teu lado. Já tens 26 anos está na altura de deixar de ser tão boazinha assim não vais longe.
Escreve outra, isto é fixe (Já vai a caminho)

domingo, 16 de agosto de 2015

Uma nova fase

Andava enterrada em coisas, mal me conseguia mexer. Não tinha tempo para me coçar quanto mais para vir ao blog. Andava mais do que esgotada. O terminar das aulas facilitou bastante as coisas, ainda só passou duas semanas mas tenho conseguido descansar mais e já tenho tempo para me coçar e até de vir ao blog. A questão é não me tem apetecido vir muito aqui, de certa forma já perdi o fio a meada e apesar de agora ter mais tempo não tenho tido muita necessidade de escrever.

Não me parece de todo que isto seja uma despedida mas certamente não estarei por cá tantas vezes como antes por isso..................até já

domingo, 9 de agosto de 2015

Ao que parece Portugal inteiro está de férias......excepto eu

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Finalmente

Amanhã acabam as aulas. Ainda bem porque eu já não estou a conseguir mais....


domingo, 19 de julho de 2015

Não negues a partida uma ciência que desconheces

Ontem fui ao cinema e existia uma novidade, pipocas com topping de m&m's somente duas das minhas coisas preferidas por isso pedi. Sobrou que uma pessoa tem mais olhos que barriga mas não se estraga, por isso hoje decidi juntar-lhe gelado de brownie.


ps. Amanhã é dia de nutricionista

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Dormir pode não ser um descanso

Diz a minha mãe que em pequena não dormia. Que ela e o meu pai tinham de ir comigo de carro passear-me para eu dormir mas mal o carro parava estava eu desperta da vida. Desde que conduzo que me apercebo que adormeço com alguma facilidade ao volante. Já falei com alguns médicos e a única coisa que me dizem é que tenho de dormir mais à noite e parar quando sentir sono. Não é capricho meu querer dormir 8/9h é uma necessidade fisiológica minha. Tenho imensa inveja daquelas pessoas que dormem 3/4h e no outro dia estão funcionais ou pessoal que faz diretas, eu nunca consegui fazer nenhuma. Desde que trabalho em Lisboa levo o carro de manhã e o tempo para dormir escasseou. Digo-vos com toda a sinceridade que se ainda não tive um acidente foi por milagre ou muita sorte, já adormeci tanta mas tanta vez. São microsegundos que fecho os olhos e depois acordo quando a cabeça "cai" mas estes microsegundos acontecem imensas vezes durante uma viagem. No pára- arranca do trânsito são estes microsegundos que podem fazer diferença. Como tenho dormido sempre o mesmo (menos do que preciso), o cansaço acumula-se e esta semana estava impossível eu mesmo com a janela aberta continuava a adormecer. Por isso resolvi "perder" uma hora de trabalho e dormir mais uma horinha. No dia a seguir não adormeci uma única vez nas viagens que fiz, sentia-me mais descansada, menos irritada e por isso mais produtiva. Por isso acho que não perdi uma hora ao dormir eu ganhei foi um dia normal e sem por em risco a minha vida e a dos outros. 

sábado, 4 de julho de 2015

Quanto custa ir a um casamento??

Pois que sendo o meu primeiro casamento em adulta só agora começo a perceber quanto custa ir a um casamento. Vamos às contas:

Arranjar e limpar sapatos-4,50 €
Ganhos para o cabelo-4,99€
Brincos-5.99€
mala/pochete ou raios parta como aquilo se chama-16.99€
prenda-50€(pois sei que é pouco mas a vida está difícil)
cabeleireiro( unhas simples, buço e sobrancelhas)-12€
combustível-20€
portagens-13,15 €
fotos-4€

Total: 131,62 €


Acho que até nem gastei muito visto que não comprei vestido ou sapatos e os acessórios que comprei podem perfeitamente ser utilizados em outras ocasiões mas mesmo assim não tinha ideia que ir a um casamento ficasse tão dispendioso e dei uma prenda pequena. O que importa é que correu tudo bem, passou se um bom dia, comi que nem uma baleia mas espero que não tenha outro tão cedo. 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

E hoje que até ia dormir cedo

O meu avô (paterno) é um atado (na verdade os dois avôs são atados). A minha avó foi operada então o homem que mal sabe tomar conta dele, tomar conta dele e dela é assim um desafio em peso. Têem um cão que por norma é a minha avó que cuida mais dele o meu avô só passeia. Antes de ela ir para o hospital dissemos para o cão vir para cá mas não que o avô ficava sozinho em casa e isso é que não podia ser. Quiseram-se armar em espertos e acharam que iam dar conta do recado. Hoje a minha avó teve alta e assim nas pressas tivemos de ir buscar o cão (porte médio) e traze-lo num smart já lá com duas pessoas (eu e a minha mãe). A coisa até nem correu mal agora ele e o meu cão é uma festa pegada. Desde que chegamos que é um chinfrim que não se aguenta por isso pergunto eu quem é que hoje dorme nesta casa??

domingo, 28 de junho de 2015

Isto de realizar sonhos pode ser uma grande treta

Tinha o sonho (desejo, fetiche, vontade o que lhe queiram chamar) de me "perder" num campo de milho (coisa parva eu sei mas cada um com a sua pancada). Esta semana que passou "perdi-me" num campo de milho. Foi uma treta, as folhas do milho cortam sabiam? Eu não. Além disso as folhas do milho têm uma espécie de penugem que faz uma comichão do caraças, para não falar do efeito de estufa que aquilo tem lá dentro. E o micro espaço que aquilo tem para uma pessoa se mexer mas sim é possível uma pessoa perder-se lá dentro e quando lá estava tudo o que menos queria era perder-me. 

domingo, 21 de junho de 2015

Tão perto mas tão longe

A loucura dos dias tem sido enorme. Os dias passam por mim e só sinto o cansaço por eles acumulado. Não tenho tempo de pensar, sigo o plano exato dos dias porque a margem de manobra é muito pequena. Tenho milhões de assuntos para organizar mas sem cabeça para os aguentar. E depois, e depois vejo que apesar de estar nos sítios estou tão longe deles. Só hoje é que me apercebi que o Igor não gosta de tomar banho. E ele está cá já há 1ano e meio.


Sei lá eu o que me está a escapar mais mas de certeza muitas coisas, 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Habitua-se uma pessoa mal...

No trabalho temos dois monitores, o do pc e depois um maior que ligamos em conjunto e trabalhamos sempre com os dois. Dá um jeitaço do caraças, é espetacular. É tão bom que eu agora em casa tenho dificuldade em trabalhar só com um. Estou a pensar ligar a tv do quarto ( já que não vejo) ao pc e poder trabalhar em dois ecrãs. 

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Estou na minha bolha

Já referi que vivi muito numa bolha. Com o passar dos anos, com a escola, trabalho e ter que trabalhar em equipa força-me a sair da minha bolha e nem tem corrido mal. Recentemente assisti a uma discussão horrível, não foi pessoas da minha família mas pessoas conhecidas. Eu odeio discussões, fazem-me sentir mal fisicamente mesmo que seja só a assistir quanto mais ser comigo. Naquele momento eu não podia sair do local e ver aquelas pessoas a gritarem uma com a outra estava a baralhar-me muito com o sistema. Já não é a primeira vez que me deparo com situações desconfortáveis e a maneira de me acalmar e tentar abstrair-me da situação que não é comigo é em pensamento começar a cantar "sou uma bolha, sou uma bolha, sou uma bolha, adoro a minha bolha" (um bocado como a Doris do Nemo). Sim eu sei que isto parece patético mas é o que me ajuda, pensar que estou sozinha e que não estou a ver nem a ouvir nada. 


ps. Discutir em público é feio e é uma falta de respeito para com as outras pessoas. Querem discutir metam-se num sitio sem assistência.

sábado, 6 de junho de 2015

Crónica de uma morte anunciada

Sempre soube que somos diferentes, sempre to disse. Tu escolhes-te não me ouvir. Sempre soube que temos maneiras diferentes de ver e viver a vida, também te disse. Sempre achei que um dia íamos chegar a um impasse difícil de resolver, disseste para aproveitar enquanto era feliz e não pensar no futuro e assim o fiz. Aceitei a condição de que somos diferentes, aceitei-te como és e não te quero mudar porque gosto de ti assim. Aceitei que um dia, num impasse, não nos iríamos entender mas decidi ser feliz ao teu lado até esse dia chegar. A verdade é que esse impasse mostra sinais de crescimento e tu agora preocupas-te com ele, porque percebes as implicações que tem. A verdade é que não aceitas as coisas como elas são e de repente sou eu a má da fita por algo que passei este tempo todo a dizer-te. Gosto muito de ti e o meu objetivo continua a ser ir desembaraçando o nó com a tua ajuda e arranjar uma solução que seja razoável para os dois. Faço os possíveis para que o dia do impasse demore muito a chegar....agora é esperar que faças por isso também.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Sensação de segurança

Todos temos medo do incerto, faz parte da raça humana. Gostamos de saber com o que contar, gostamos da segurança, de chegar a casa e saber quem lá está. Volta e meia precisamos de sentir aquela adrenalina, de dar o passo no escuro e perceber o que está para lá do desconhecido mas isto é só volta e meia. 90% das vezes queremos segurança e estabilidade. Esta sensação de segurança é tão viciante que por vezes refugiamos-nos nela, não damos o passo em frente porque afinal até estamos bem onde estamos, não procuramos a adrenalina porque pode correr mal, não queremos saber do desconhecido. Basicamente acustomamos-nos aquilo que temos (e atenção que não quer dizer que seja mau) mas todos vamos abdicando de coisas ou porque não há dinheiro, ou porque não há tempo e principalmente porque temos medo da incerteza. Vemos-nos a "aceitar" algo que sabemos ser seguro do que arriscar. Isto vai das coisas mais pequenas (tipo experimentar um restaurante novo ou um novo corte de cabelo) até coisas mais importantes (como relacionamentos e opções de carreira). Isto não é fácil e todas as pessoas tem maneiras diferentes de lidar com as coisas, e por isso uma questão complicada. Onde ou como é que se estabelece um limite ao que abdicamos?? E depois se uma vez abdicamos de experimentar um restaurante novo temos que, a partir daí, abdicar sempre? E quando abdicamos de algo para outra pessoa não ter de abdicar? 

domingo, 31 de maio de 2015

Além de ganhar....poupa-se

Como forreta e organizada, tenho uma folha em excel com todos os meus gastos do mês. Este ano estava preocupada andava a gastar muito dinheiro até que comecei a trabalhar. No primeiro mês que trabalhei poupei cerca de 100 euros em relação ao mês anterior. Este mês poupei 200 euros em relação a 2 meses atrás. Ou seja, não só existe um ganho relativo ao salário como gasto menos dinheiro. Por um lado não faz sentido, se não tinha não devia gastar e se agora tenho devia gastar, a questão é que agora não tenho tempo para o gastar. Antes estava em casa, era eu que ia as compras, ia ao veterinário, a oficina, etc e pagava essas coisas todas agora só gasto dinheiro em algumas refeições fora. Portanto a trabalhar é que se poupa.